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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A CONCUPISCÊNCIA DOS OLHOS.

Por Walace Coelho

Revisado em 30/1/2012


A CONCUPISCÊNCIA DOS OLHOS


“Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.” 1 Jo 2:16


Imagem de divulgação

Para começarmos a falar dessa Evidência da volta de Jesus, vamos explicar o que significa a palavra “concupiscência”; (desejo, ambição, cobiça, avidez e ganância...)

No Dicionário Aurélio nós vamos encontrar a seguinte definição; "Grande desejo de bens ou gozos materiais. 2. Apetite sexual." Podemos então no contexto espiritual defini-la como os desejos mais aflorados da nossa carne que nos afasta de Deus.

A Concupiscência dos Olhos

A bíblia nos diz que os nossos olhos são responsáveis pelo agir do nosso corpo, e quando nos inclinamos às conquistas materiais e a ambição, abandonamos ao Senhor e nos tornamos trevas. Por essa concupiscência muitos perdem sua instrumentalidade na casa do Senhor, seu tempo para a família e para aproveitar o dom da vida, tornando-se escravo do trabalho e do dinheiro.

“A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz; Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!” Mt 6:22-23


Vivemos em um mundo onde aparência é tudo, seja na hora de contratar um profissional, vender um produto ou serviço, e nessa exposição o corpo da mulher e do homem se tornou uma “vitrine” de desejos, imaginações e fantasias. Os valores e virtudes de uma pessoa deram lugar a beleza física e estética. A exposição da carne através de vestimentas curtas contribui com o pecado, que vem através de um olhar malicioso e cobiçador. O servo do Senhor que tem temor se porta como fez Jó;


"Fiz aliança com os meus olhos; como, pois, os fixaria numa virgem?" Jó 31:1

Outro exemplo na palavra sobre a concupiscência dos olhos foi à postura tomada por um dos apóstolos de Cristo chamado Judas Escariótes, que apesar ter aprendido com Cristo as obras da eternidade, e que o Reino dos Céus era mais importante que o terreno, foi capaz trocar sua condição de escolhido do Mestre e pregar uma mensagem de vida, para trocá-lo por 30 moedas de prata. Convertido para os dias de hoje, esse valor pode chegar a equivalência R$ 40 mil. Quantos hoje por muito menos que isso desperdiçam seu chamado para fazer parte de uma Obra maravilhosa como essa, por olharem para as riquezas dessa vida? É importante que se diga que antes de satanás tentá-lo com a ambição, Judas vislumbrou o que poderia adquirir com esta soma, pois, já era um sentimento que ele possuía desde o principio sendo conhecido como aquele que “tinha a bolsa”. O Apostolo João, refere-se a ele como ladrão.


“Ora ele disse isto, não pelo cuidado que tivesse com os pobres, mas porque era ladrão, e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava” Jo 12:6

Uma clara evidência da volta do Senhor Jesus hoje em nossos dias é o comercio que as igrejas evangélicas se tornaram em uma espécie de “comercio da fé” como relata essa matéria abaixo que foi feita em dezembro de 2011.


“Guardai-vos dos falsos profetas, que vem a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores” Mt 7:15

“VENDO FÉ, FIRME E INABALÁVEL, PARA QUALQUER SISTEMA E DOUTRINA. DOU GARANTIA. DESESPERADOS, ACRESCIMO DE 15%. PROMOÇÃO ESPECIAL PARA CÉTICOS.”


Nos classificados dos jornais ou em alguns canais de rádio e TV, encontramos anúncios e programas que vendem "soluções para todos os problemas". Os de amor, então, são uma festa. Sensacionalismo à parte, a coisa é séria. Assistimos a uma tendência - não muito nova - da transformação da Fé em bem de consumo.

A questão é: quem anuncia um bem ou serviço em qualquer veículo de comunicação de massa, tem obrigações e deveres com seus "consumidores". E aí começam as perguntas que não querem calar: sacerdotes são prestadores de serviço? Se são, não deveriam estar subordinados às Leis que regulam e protegem os consumidores? Se não são, porque vendem milagres e "soluções de problemas" de qualquer espécie? Fé e milagres são mercadorias disponíveis no mercado? Religião é uma prática de marketing?

 O que tem chamado a atenção é a relação de compra e venda da fé e de milagres. É o fenômeno de transformar religiosidade - que deveria ser confessional e muito mais um sistema de conduta moral e ética, uma re-ligação do humano com o divino - num serviço disponível para quem pode pagar.


OFERTA DE PROCURA

Se este mercado religioso também obedece a regras como as de "oferta e procura", num país sincrético como o Brasil, o campo é promissor. Todos os dias, hordas de desempregados, amantes abandonados, vítimas de adultério, etc buscam soluções miraculosas para seus problemas. São nestes momentos de fragilidade - e grande angústia - que residem os mais altos impulsos de "contratar" um serviço religioso que prometa acabar com todas as dores humanas. O nível de auto-crítica, quando existe, por parte do "consumidor", fica comprometido e tudo que se quer é a solução imediata da situação.

 Enquanto isso, uma quantidade cada vez maior de charlatães e estelionatários - que se fazem passar por representantes legítimos de uma doutrina religiosa - se "especializam" em oferecer produtos e serviços milagrosos. Seja "tirando o demônio de sua vida", "fazendo loterias divinas" ou trazendo o "amor em três dias". Tudo é possível (e comprável) neste mercado. Basta que você tenha cartão de crédito ou aceite fazer um depósito bancário. O problema é que milagre até existe, mas precisa, primeiro, ser combinado com Deus. E, até onde sabemos, não há bancos no céu...

O que fazer?

 Mas, se você é daqueles que prefere manter uma relação de consumo, na lógica de Custo X Benfício, e acabou de contratar o serviço de um suposto sacerdote-especialista, que prometeu resolver o problema que mais aflige a sua vida, nada mais justo que ele RESOLVA! Se não resolver, deve, no mínimo, devolver seu "investimento". Ou então, merece ser denunciado por propaganda enganosa e/ou estelionato. É bom lembrar que qualquer relação de consumo é regulamentada pelo Código de Defesa do Consumidor (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8078.htm) e que o crime de estelionato é passível de registro policial (http://www.soleis.com.br/ebooks/criminal1-38.htm).

 A fé é uma das expressões humanas mais singelas. Ela é a certeza da possibilidade de uma dimensão inexplicável. Quem se dispõe a comercializar este sentimento deve estar consciente que por mais que consiga fugir e ludibriar as leis não deve conseguir enganar a todos o tempo todo. Como já dizia minha avó: Deus tarda, mas não falha.

 Rosiane Rodrigues é jornalista


Leia mais :http://extra.globo.com/noticias/religiao-e-fe/rosiane-rodrigues/livre-comercio-da-fe-362637.html#ixzz1kDbZCBeQ

Como tais falsos pastores já estavam presentes no seio da igreja, O apostolo Pedro recomenda aos verdadeiros líderes que pastoreiem o povo “...não por torpe ganância e nem como dominadores, mas que fossem exemplo a ser seguido pelos fiéis a fim de receberem de Jesus a “incorruptível coroa de glória”1 Pe 5:2-3, não a glória deste mundo como estão buscando. Paulo também alerta sobre esses falsos mestres quando diz

que “...o amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males - o afastamento da fé, por
exemplo. Diz ainda que devemos nos afastar daqueles que querem lucrar com a fé.
1 Tm 6:3-11
MARANATA, ORA VEM SENHOR JESUS!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

O Verdadeiro sentido do Natal - 25 de Dezembro.


25 de Dezembro

Celebrando o culto ao deus-sol,

disfarçando-o no menino de Belém.

Uma condensação de anotações sobre o tema: Natal, cristianismo ou paganismo? Este trabalho limita-se a relacionar de forma introdutória e sintética alguns contextos históricos que permeiam as origens desta festa pagã, que ardilosamente foi introduzida no seio do cristianismo pôr volta do século V da nossa era.

Sejam os cuidados de cada coração apresentados ao Espirito Santo de Deus através da sua eterna e soberana Palavra. Que sua revelação ilumine as mentes e almas, permitindo que jamais sejamos apenas frutos de sistemas religiosos, mas antes: autênticos e vivificados servos do Deus vivo, cuja Palavra não se dobra às convenções religiosas humanas.

Que estas simples anotações de aula, seja úteis à vossa transformação e edificação no poder de Jesus, o ressurrecto.

“Pelos teus mandamentos alcancei entendimento, pelo que aborreço todo o falso caminho. Desviei os meus pés de todo o caminho mau, para observar a tua Palavra.”

(Salmos 119:104,101).


“O que o pasto é para o rebanho, o arroio para o peixe, a penha para a cabra montes, a bússola para o peregrino, a Bíblia o é para as almas fiéis!” (Martinho Lutero)

“O homem pode tanto quanto sabe!” (Francis Bacon)


Introdução:



“Não meterás, pois, abominação em tua casa, para que não sejas amaldiçoado, assim como ela; de todo a detestarás e de todo a abominarás, porque maldita é [a abominação].”



(Deuteronomio 7:26)



A exiguidade de tempo e espaço nos limita a tratar este importante assunto nos limites introdutórios. Todavia, não podemos deixar de analisar os princípios básicos que norteiam a compreensão desta importante manifestação religiosa. Mundialmente conhecida.

A celebração do NATAL tem origem no paganismo e foi “cristianizada” por motivos políticos, sob os conflitos religiosos que marcaram o fim do Império Romano. E até hoje vem sendo reproduzida enaltecendo indiretamente, ou diretamente, a idolatria dos rituais pagãos; e , pôr isso, semeando a corrupção espiritual que marca os seus princípios.

Uma questão interessante é: por que os apóstolos jamais celebraram uma reunião de natal? Simples, porque seu fundamento era o Jesus Ressurrecto, e não as tradições antigas carregadas de adoração ao deus-sol e sua fecundidade sobras as colheitas. Conforme I Co 3:11 que diz: “Ninguém pode por outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo!”. Ou seja: os ensinos de Jesus e o poder de sua soberana Palavra eram muito mais importantes para os apóstolos do que as tradições religiosas de sua família, de seus amigos, e de sua sociedade.

Exatamente por isso, não havia qualquer celebração natalina durante o primeiro, o segundo e o terceiro século. Somente no fim do quarto século, com a obrigação dos pagãos em “converterem-se” ao cristianismo[1] pelo Edito de Tessalonica[2], inúmeros sacerdotes pagãos vieram para as igrejas cristãs com suas práticas e tradições idólatras e satanistas. Esse fato, foi fundamental para o inicio da celebração de natal. Uma vez que nos primórdios do cristianismo celebrava-se apenas a santa ceia que é a “Páscoa” de nosso Senhor, anunciando sua morte, sua ressurreição e a promessa de sua volta, mas nunca se comemorava seu nascimento.



A festa do natal cristão[3] surgiu de um antigo culto pagão. No dia 25 de dezembro, os pagãos celebravam a grande festa do "nascimento do Sol venerável". Era uma homenagem ao sol que todos os dias nasce e ilumina os homens. Esse tipo de religiosidade exercia muita atração nos homens pois era repleta de rituais e danças promiscuas. Os pagãos invocavam os espíritos da natureza para que estivesse garantidos sua fertilidade, sua colheita, sua prosperidade física e material. Logo, esta solenidade do nascimento do deus-sol visava garantir aos homens a prosperidade, a fecundidade e a vida.



Certa vez o primeiro papa da história, O Papa Leão Magno (442), disse: "Ignoram os pagãos o desapontar da Verdadeira Luz... prestam a honra devida aos astros que apenas servem para iluminar o mundo". Veja, amado irmão ou irmã, que até os sacerdotes romanos testificam a corrupção dos adoradores em trevas e suas tradições. Algo que nunca deveria ocupar nossos corações pois:



“Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou outro que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes de vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado!” I Pedro 1:18,19



A própria data da festividade deve-se exclusivamente à conveniência política e artimanhas do inimigo de nossas almas[4]. Diversas regiões da Europa e do Oriente Médio escolheram dias diferentes para comemorar seu “Natal”, embora mais tarde aderissem à orientação romana.



Assim, a festa era em 19 de novembro no Egito, 20 de maio na Palestina e 6 de janeiro na Etiópia, onde continua em vigor. Sem mencionar as diversas tradições espalhadas pelo mundo, nenhuma fiel à Palavra de Deus, acerca do natal, entre elas:



· Nos países escandinavos o natal tem seu início em 13 de Dezembro, data em que se comemora o dia de Santa Luzia. Nas festividades desse dia existem tradições natalinas muito peculiares como uma procissão em que as pessoas carregam tochas acesas. De resto, as tradições de natal suecas são muito parecidas com as do resto do ocidente.



· Na Finlândia há a estranha tradição natalina de freqüentar saunas na véspera de natal. Outra tradição natalina na Finlândia é visitar cemitérios para homenagear os entes falecidos.



· Na Rússia o natal é comemorado no dia 7 de janeiro,13 dias depois do natal ocidental. Uma curiosidade é que, durante o regime comunista, as árvores de natal foram banidas da Rússia e substituídas por árvores de ano novo. Segundo a tradição natalina dos russos, a ceia deve ter muito mel, grãos e frutas, mas nenhuma carne.



· Na Austrália o natal é usado para lembrar as raízes britânicas do país. Tal como na Inglaterra, a ceia de natal inclui o tradicional peru e os presentes de natal são dados na manhã do dia 25. Uma curiosidade: devido ao calor alguns australianos comemoram o natal na praia.



· Para os poucos cristãos residentes no Iraque a principal tradição natalina é uma leitura da bíblia feita em família. Há também o “toque da paz”, que segundo a tradição natalina do Iraque, é uma benção que as pessoas recebem de um padre.



· Na Inglaterra as tradições natalinas são levadas muito à sério. Não é à toa, já que o país comemora o natal há mais de 1000 anos. Presentes de natal, pinheirinhos decorados e músicas natalinas são mais comuns na Inglaterra que em qualquer outro país do mundo.



Quando Jesus disse: “Examinai as Escrituras, pois vós cuidais Ter nelas a vida eterna e são elas que de mim testificam!”[5], ele estava condicionando o conhecimento acerca de sua pessoa aos pontos propostos pela Palavra de Deus e somente por ela. Ainda hoje precisamos discernir entre as trevas e a luz. E ,principalmente ,escolher entre sermos frutos de um sistema religioso ou autênticos e despojados servos do Deus vivo. Quando deixamos nossos filhos admirarem e receberem influencias espirituais nocivas, apenas pôr que o “altar” é belo, estamos participando de estratégias espirituais para destruição daqueles a quem amamos tanto. Não somos chamados para sepultar nossos filhos no engano da idolatria, mas para leva-los[6] ao fiel temor do Senhor.



“Ponde, pois, estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma, e atai-as pôr sinal na vossa mão, para que estejam pôr testeiras entre os vosso olhos.

E ensinai-as a vossos filhos, falando delas em tua casa, e, andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te.” (Dt 11:18,19).



Hoje, escolhei: a quem sirvais?



2) Porque 25 de Dezembro?



Amados, não vos enganeis, 25 de dezembro não era apenas uma data qualquer. Há motivos especiais para escolher essa data. Motivos tão especiais quanto espirituais, tais como:



· Esse era o dia festejado pelos romanos como o aniversário do deus Persa Mitra, que não tem nada a ver com o cristianismo, mas era muito popular naqueles tempos. Era a principal divindade nos dias de Aureliano, que decretou o 25 de Dezembro como feriado nacional do paganismo. Como Roma se tornou mais tarde a capital da cristandade, e também era a cidade mais importante do mundo naquela época, sua data se impôs, prevalecendo até hoje. Vencida pelos fatos, a igreja romanizada violentamente adotou oficialmente esta data em torno do século V. “Em vez de combater o ritual pagão, os bispos o incorporaram”.



· Dezembro, o último mês do nosso calendário, era o décimo do calendário romano e sua divindade predominante era Vesta, a deusa do fogo entre os romanos (embora governasse o mês de dezembro, era comemorada em 15 de junho).



· Neste período comemorava-se também o" dia do menino" (Nino). Nas festividades natalinas, em inglês também chama-se "yule-day" o que comprova sua origem pagã e babilônica, pois Yule, em caldeu significa infante, ou menino. Este costume era também cultivado pelos anglo-saxões, panteístas pagãos[7] idolatras engodados[8]. Portanto, ao décimo mês (último múltiplo de cinco do ano), ao dia vinte e cinco, o dia da veneração ao sol, a divindade geradora da vida e da fecundidade.



· As celebrações durante o inverno já eram comuns muito antes do “Natal” ser celebrado no dia 25 de Dezembro[9]. Antes do nascimento de Jesus, a história do “renascimento do sol” tem início com os europeus, que já celebravam a chegada da luz e dos dias mais longos ao fim do inverno. Tratava-se de uma comemoração pagã do “Retorno do Sol”.



· A data da festividade dependia da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o "Novo Sol"... Era comemorado a volta do sol, pois neste dia o mesmo afastava-se da linha do equador, fazendo o dia mais curto do ano, um fenômeno conhecido como Solstício de inverno. Também chamado: Natal, Ritual de Inverno, Meio do Inverno, Yule e Alban Arthan, o Sabbat do Solstício do Inverno é a noite mais longa do ano, marcando a época em que os dias começam a crescer, e as horas de escuridão a diminuir. As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam a demais profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã... Para eles, o preço da renuncia seria alto demais. Pôr isso, quando o império romano determinou a conversão obrigatória de todos os sacerdotes no império, estes trouxeram sua idolatria para a fé de uma suposta cristandade.



Assim sendo o dia 25 de Dezembro foi obrigatoriamente “eleito” como o dia especial para os rituais de “natal”. Uma festividade pagã acompanhada de bebedices e orgias, que agradava tanto aos crentes carnais, quanto aos ímpios . E muitos negavam a integridade de sua fé e viam com agrado uma desculpa para continuar a celebrá-la em grandes corrupções no espírito e na alma.

Mas muitos profetas cristãos protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o falso nascimento de Cristo, enquanto muitos cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã uma festividade ricamente adornada de mentiras e adorações demoníacas.



Realmente pareciam esquecer das palavras de Jesus: “E quem não tomar a sua cruz[10] e segue após mim, não é digno de mim. Quem achar a sua vida perder-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim acha-la-á!” Mateus 10:38,39. Na verdade os que não as esqueciam, as traíam com suas atitudes. Em esquecimento punham a realidade de que não seguimos a Jesus pôr que concordamos com Ele, mas sim quando guardamos e vivemos, diariamente, a sua Palavra. Como diz João 8:31: "Se permanecer no meu ensino, então verdadeiramente sereis meus discípulos!”. Não basta ouvir, concordar, ou saber que está certo, é preciso PERMANECER nas suas palavras.



Porque Roma fez assim? Ora, não se pode esquecer que o mundo romano era essencialmente pagão. Seu paganismo foi cristianizado e isso não foi suficiente para que o paganismo deixasse de ser idolatricamente contrário à vontade de Deus. A ordem de Levítico 18:3 e 5 ainda permanecem para todo o sempre[11]:



“Não fareis segundo as obras da terra do Egito, em que habitastes, nem fareis segundo as obras da terra de Canaã, para a qual eu vos levo, nem andareis em seus estatutos.

Portanto, os meus estatutos e os meus juízos guardareis; os quais, fazendo-os o homem, viverá por eles: Eu sou o Senhor.”



Não nos espanta o culto ao sol em 25 de Dezembro, porque o sol é adorado e glorificado pelo homem, desde sua expulsão do Éden. As antigas religiões sempre se prostraram diante do firmamento. Quando então “mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o criador, que é bendito Eternamente. Amém!” (Romanos 1:25). Essa prática era o centro do culto de Istah, na Assíria e na Babilônia, dando origem ao culto de Amon, no Egito, durante o domínio babilônico no reinado de Semíramis. Amon é um símbolo do sol: o deus-solar. Também conhecido como Rá. Desta união entre o sol e a lua, nascia outra divindade - Osíris. Não podemos esquecer que as culturas andinas (INCAS , MAIAS E ASTECAS) pré-colombianas era adoradoras da natureza e principalmente do deus-sol, a quem denominavam WIRA-COCHA: o senhor da fertilidade e da vida.



Sem dúvida alguma, a prática de introduzir a idolatria dentro das igrejas é extremamente satânica e sutilmente praticada por vários cristãos. O inimigo de nossas almas busca confundir e perturbar a pureza do Evangelho (II Co 4:4). O bispo Júlio I, em 355, com fins políticos e religiosos no ensejo de cativas para seu espaço de influencia todos os que não estavam dispostos a deixarem seus pecados e seu cultos satânicos, assumiu como cristão as práticas comuns desta época.

Como hoje fazem muitos pastores que para terem suas igrejas cheias de pessoas, apoiam o mundanismo e o pecado, permitindo que uma juventude acorrentada em suas iniquidades seja enganada, e corrompida sob o domínio das trevas, tendo o nome de cristão[12]. Cheios de vida religiosa e vazios da vida espiritual Não basta as pessoas estarem na igreja, elas precisam ser Igreja, não basta busca a Deus, é preciso estar cheio de sua santidade e viver andando com Deus.

Pôr isso Tiago 4:4 nos pergunta: “Não sabeis vós que a amizade com o mundo é inimizade contra Deus? Portanto qualquer que se constitui amigo de mundo, se constitui inimigo de Deus!”

Não importa o que nossos lábios falem. A nossa vida diz o que?

Se não estamos dispostos a renunciar plenamente o pecado e o mundanismo para conhecer a santidade do Senhor nunca veremos a salvação, pois: “Se não vos arrependerdes[13], todos de igual modo perecereis (Lucas 13:3). Infelizmente, há os que mesmo diante de Tiago 4:4 e I João 2:15 parecem se esquecer de que o mundo passa e com ele as suas concupsciencias, mas somente aquele que faz a vontade de Deus permanecem para sempre.

Quantos oportunistas como “Julios I” você conhece? E nós?



“Ora amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do Espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus!”

(II Cor 7:1)



Um outro exemplo das raízes pagãs das festas de Natal está na moderna personificação do espírito do Natal, conhecido como Santa Claus (o Papai Noel) que foi, em determinada época, o deus pagão do Natal. Para os escandinavos, ele já foi conhecido como o "Cristo na Roda", um antigo título nórdico para o deus-sol, que renascia na época do Solstício de Inverno.



3) Porque “Papai Noel”?



Sua origem se perde no tempo e, para muitos, não passa de uma imagem legendária, produto do imaginário popular. Há, porém, os que vinculam a figura de Papai Noel à do bispo São Nicolau, que teria vivido na cidade de Mira, na Ásia Menor, pôr volta do século V: “Atribuíram-se a ele vários milagres, mas o que marcou definitivamente foi sua bondade e a prática de distribuir presentes entre as crianças”, relatam documentos romanos.



Nasceu daí uma devoção que se espalhou na Idade Média por toda Europa, originando a figura estilizada de Papai Noel, que toda madrugada do dia 25 de dezembro entra sorrateiramente nas casas, carregando um enorme saco às costas para depositar sob a árvore de Natal presentes às crianças que se comportaram bem durante o ano. Há países como a Polônia em que os presentes são distribuídos às crianças no dia 6 de dezembro, data do nascimento de São Nicolau.

Quando surgiu essa figura idosa, com roupa vermelha e saco de presentes? A primeira vez em que se mencionou a figura de Papai Noel foi no livro Uma Visita de São Nicolau escrito em 1823, pelo inglês Clement Moore. Nesta obra retratava-se a figura de um velhinho que vivia andando num trenó, puxado por renas. Esse ambiente invernal acrescido do fato de São Nicolau ser visto apenas no período natalino, deu origem à idéia de que ele deveria viver numa região muito distante e isolada do planeta.

Mas era necessário atribuir-lhe uma moradia. Daí a escolha do Pólo Norte como sua morada. Aos poucos as religiões pagãs da Europa foram acrescentando detalhes ao mundo de Papai Noel. Os Irlandeses agregaram a essa figura entes pagãos, como os gnomos, transformando-os em ajudantes de “Papai Noel” na fabricação dos brinquedos a serem distribuídos nas comemorações natalinas. “Papai Noel” passou a ser então protetor e líder de pequenos demônios “bonzinhos”.



Em 1866, o cartunista norte-americano Thomas Nast resolveu dar formas ao personagem relatado no livro de Moore e desenhou, no Harper’s Weekly, um velhinho bonachão de barbas brancas muito semelhante ao estereótipo do vovô bondoso, que acabou se transformando na figura oficial de “Papai Noel”. Alguns afirmam que a fábrica de refrigerantes Coca-Cola tingiu a roupa de papai Noel de vermelho, outros explicam essa cor como o tom oficial das roupas que ordem religiosa a que pertencia o Bispo Nicolas, no sec V, utilizava.



Outra lenda interessante argumenta que um dia o bispo Nicolau subiu ao telhado de uma casa e deixou cair pela chaminé uma bolsa com moedas, a qual caiu nos chinelos que as crianças tinham deixado a secar presos na lareira.



Como vimos, esta comemoração não tem nada relacionado com a vida de Jesus e sua manifestação ao mundo. Não foi ensina pôr Jesus, prática pôr Jesus, orientada aos discípulos. Não está incluída em nenhuma parte do Novo Testamento. E, principalmente: nem Jesus e muito menos os apóstolos, e qualquer um de seus filhos na fé, comemoraram qualquer “Natal” em Dezembro. As deturpações religiosas e míticas foram sendo agregadas e montadas para confundir a fé verdadeira e corromper a Palavra Viva, a partir do sec IV depois de Cristo. Como não deixar de ouvir, o Todo-Poderoso nos falando conforme Êxodo 34:12-14:



“Guarda-te que não faças concerto[14] com os moradores da terra onde hás de entrar; para que não seja pôr laço no meio de ti. Mas os seus altares transtornareis, e as suas estátuas quebrareis, e os seus bosques queimareis. Porque não te inclinarás diante de outro deus; pois o nome do Senhor é Zeloso: Deus zeloso é Ele!”



Note neste texto que uma das ordens diretas do Altíssimo é que transtornemos seus altares em nossas vidas. Quebremos suas estátuas e cortemos seus bosques. E isso não porque somos obrigados pôr uma força religiosa, mas exclusivamente pelo valor da obediência à Palavra do Senhor. Pois ele é nosso Deus, e Deus Zeloso de seu povo.

Nas comemorações do culto ao deus-sol, um dos mais claros altares é a Arvore de Natal.



4) Porque “Arvore de Natal”?



Um dos principais deuses da Mesopotamia era “Dagom”. Mencionado várias vezes na Bíblia Sagrada[15], era um deus semita da vegetação, protetor dos cereais e das colheitas. No dia 25 de Dezembro, como já vimos, o sol se afasta da terra em seu ponto mais distante. Os antigos buscavam maneiras de cultua-lo nesta data, de forma que o sol “retornasse” para a terra e assim garantisse a colheita e a riqueza para o próximo ano.

Uma das formas mais proeminentes deste culto eram os sacrifícios religiosos feitos em baixo do carvalho, do cedro e mais tarde do pinheiro, na noite do 25 de Dezembro. Estes sacrifícios eram precedidos de enfeites e luzes (tochas) acesas na árvore, simbolizando a prosperidade e ajuda espiritual solicitada aos deuses ali representados.



A Europa pagã ampliou essa veneração. Celebrava a data como o festival do renascimento do sol e o tempo de glorifica-lo como deus. (O aspecto do deus invocado por certas tradições wiccanianas é Frey, o deus escandinavo da fertilidade, deidade associada à paz e à prosperidade.) São também celebrados neste culto o amor, a união da família, votos de prosperidade e as realizações do ano que passou.



Nesse festival os bruxos e feiticeiros dão adeus à “grande Mãe” (a noite) e bendizem o deus renascido que governa a "metade escura do ano". Nos tempos antigos, o Solstício do Inverno correspondia à Saturnália romana (17 a 24 de dezembro), a ritos de fertilidade e fecundidade mágicos e a vários rituais satanistas de adoração ao sol com todos os seus aparelhos religiosos.



Desde a babilônia até Canaã, e no mundo mediterrâneo essa prática era muito difundida. Variando alguns aspectos regionais, mas concentrando o fator “adoração pelo retorno do sol” em todas suas atividades demoníacas. Um destes exemplos é a “Arvore de Maio”. Na Alemanha as árvores da cidade eram enfeitadas como numa oferenda à deusa Flora[16], implorando à natureza o sucesso nas plantações e colheitas. Desta forma enfeitavam-se as arvores, porque no Hemisfério norte neste mês entra a primavera.[17] É a celebração de um renascimento.



Desde aproximadamente 700 anos antes de Jesus Cristo nascer entre os homens, a mesopotâmia antiga comemorava o dia do sol erguendo uma árvore especialmente preparada para glorificar as divindades relacionadas com aquele momento. A árvore decorada e ornamentada que se via elevada na manhã de 25 de dezembro.

Acrescido a isto temos o culto à Ninrode, comum entre os antigos habitantes do Oriente próximo, desde as sociedades acadianas e sumérias. Sendo que este culto determinava uma promessa de ressurreição através dos rituais destinados à arvore (aqui simbolizando o próprio rei Ninrode) na madrugada do dia 24:

“O Lenho (yule) despojado de todos os seus ramos (esquartejado), lançado na lareira era queimado na noite de 24 de dezembro e representava Ninrode sendo executado, prostrado na morte representava o Ninrode morto vindo à vida em uma nova encarnação para triunfar sobre os seus inimigos e sobre a humanidade”.



Séculos depois, na Roma antiga, esta árvore era um abeto erigido em 25 de dezembro, considerado o Natalis Solis Invictis (o aniversário do sol invencível). A Arvore tinha ainda a função de “despertar” o sol para uma nova jornada sobre os homens. Havia o antigo costume da fogueira no Natal que era acesa para dar vida e poder ao sol, que, pensava-se, renascia no Solstício do Inverno. Tempos mais tarde, o costume da fogueira ao ar livre foi substituído pela queima dentro de casa de galhos da árvore de Natal e pelo uso de longas velas vermelhas com símbolos mágicos. Tudo relacionado as crenças de adoração ao deus-sol. Uma clara investida de satanás para receber adoração e posicionar-se como deus.



Como o carvalho era considerado a Árvore Cósmica da Vida pelos antigos druidas, a árvore de Natal é tradicionalmente de carvalho. Em algumas regiões as cinzas desta fogueira feita com a árvore de Natal eram misturadas à ração das vacas, para auxiliar numa reprodução simbólica, e eram espargidas sobre os campos para assegurar uma nova vida e uma Primavera fértil. Em outras regiões eram acrescentadas às arvores de Natal um certa quantidades de bolas iluminadas que representavam as almas dos parentes mortos naquela família. Era uma forma de invocar proteção e descanso para suas almas.



Irmão, como você consegue participar disto? E se trocarem nomes?



Como estamos vendo nós estamos sendo arrastados pôr um conjunto de tradições demoníacas e abrindo as portas de nossa casa, a mente de nossos filhos, a mesa de nossos lares para hábitos que são aborrecidos e combatidos pelo Deus vivo a quem servimos. Um Deus que é Zeloso e fiel, que retribui aos homens segundo o seu coração e sua escolha. Como vemos em Jeremias 10:2-4, que diz:



"Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova."



E o verso 19 do capitulo 32 que nos ilumina dizendo: “Grande em conselho e magnifico em obras; porque os teus olhos estão abertos sobre todos os caminhos dos filhos dos homens, para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas obras!”.



A tradição relativamente moderna de decorar árvores de Natal é um costume que se desenvolveu nos bosques de pinheiros associados à Grande deusa-Mãe. As luzes e os enfeites pendurados na árvore como decoração são, na verdade, símbolos do sol, da lua e das estrelas, como aparecem na Árvore Cósmica da Vida. Os antigos presentes sagrados, oferendas aos deuses, hoje são substituídos pelos presentes que o mercado procura associar ao amor e a paz. Como se a verdadeira alegria e paz eternas estivessem vinculadas ao hábito de consumir e gastar.



Os alimentos pagãos tradicionais do Solstício do Inverno eram: o peru assado, as nozes, os bolos de fruta, os bolos redondos de alcaravia, a gemada e o vinho quente com especiarias. E francamente, dar a uma festa paga e idólatra, uma roupa “cristã”, não muda em nada a sua corrupção e engano. Pois “Se o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto!” (II Corintios 4:3).



Quando levamos um pinheiro, ou qualquer artefato de plástico simbolizando-o, para dentro de nossas casas, estamos em determinado grau reproduzindo essa prática da antigüidade. Mesmo que para mim não tenha o mesmo significado? Sim, pois não é pelo fato de termos aprendido nomenclaturas diferentes para determinados atos que estes deixam de ser vinculados ao universo espiritual de sua origem. A idolatria continua sendo idolatria, quer a imagem seja atribuída a Jesus Cristo ou a qualquer divindade do mundo pagão. Assim também nomear atitudes demoníacas com nomes cristãos, ou valores bondosos, não diminui sua real origem e significado. Pôr isso não esquecemos de Efesios 5:6 : “Ninguém vos engane com palavras vãs, pois pôr estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência”.



Amados irmãos, Martinho Lutero condenava veemente a celebração do Natal e diversos reis ingleses, pôr motivos bíblicos, proibiam as festividades pagãs natalinas em seus domínios mesmo quando estas eram rotuladas de cristãs.



Amados irmão, não endureçais o vosso coração como fizeram os israelitas no deserto, lembremos que somente “nos tornamos participantes da graça de Cristo, se guardarmos o principio de nossa confiança até o fim!” Heb 4:13. Registro a seguir um trecho de um ritual pagão antigo que era celebrado em frente a uma “árvore da natal” para que possais enxergar como Satanás cega as mentes e corações e atualmente deseja inserir nas famílias verdadeiramente cristas esses valores e venenos:



Ritual do Sabbat Yule. (DIA DE NATAL)



Comece erguendo um altar voltado para o norte. Em torno dele, trace um círculo com cerca de 3m de diâmetro, usando giz ou tinta branca. Decore o altar com azevinho, visco ou qualquer outra erva sagrada para este Sabbat.



Coloque uma vela de altar branca no centro do altar. À sua esquerda coloque um cálice com vinho tinto ou sidra e um incensório. Qualquer uma das seguintes fragrâncias de incenso é apropriada para esse ritual: louro, cedro, pinho ou alecrim. À direita da vela coloque um punhal consagrado e um prato com sal. Por trás do altar, um galho de carvalho de Natal com 13 velas vermelhas e verdes enfeitando-o.



Pegue o punhal com a mão direita e tire um pouco de sal com a ponta da lâmina. Deixe-o cair no círculo. Repita três vezes e diga: ABENÇOADO SEJA ESTE CÍRCULO SAGRADO DO SABBAT EM NOME DO GRANDE DEUS. O SENHOR DIVINO DAS TREVAS E DA LUZ, O DEUS DA MORTE E DE TODAS AS COISAS DO ALÉM, ABENÇOADO SEJA ESTE CÍRCULO SABRADO DO SABBAT EM SEU NOME.



Coloque o punhal de volta em seu lugar no altar. Após acender o incenso e a vela, mais uma vez pegue o punhal com a mão direta. Mergulhe a lâmina no cálice e diga: OH GRANDE DEUSA, MÃE TERRA DE TODAS AS COISAS VIVAS, NÓS NOS DESPEDIMOS, POIS VAMOS DESCANSAR. ABENÇOADO SEJA! E NÓS TE DAMOS AS BOAS-VINDAS, OH GRANDES DEUS DA CAÇA, PAI TERRA DE TODAS AS COISAS VIVAS. ABENÇOADO SEJA! ÁGUA, AR, FOGO, TERRA, NÓS CELEBRAMOS O RENASCIMENTO DO SOL. NESTA NOITE ESCURA, A MAIS LONGA, ACENDEMOS O LUME DAS VELAS SAGRADAS.



Coloque o punhal de volta no altar. Pegue o cálice com ambas as mãos e, enquanto o leva aos lábios, diga: BEBO ESTE VINHO EM HONRA A TI, OH DEUS DE TODAS AS COISAS SELVAGENS E LIVRES. AGRADECEMOS A TI PELA LUZ DO SOL. SALVE, OH GRANDE CORNÍFERO! (Conífero = PINHEIRO)



Beba o vinho e coloque o cálice no seu lugar no altar. Acenda as 13 velas no ramo da árvore de Natal e encerre o Ritual do Solstício de Inverno, dizendo: O FOGO DO RAMO SAGRADO DO NATAL ARDE, A GRANDE RODA SOLAR GIRA MAIS UMA VEZ. QUE ASSIM SEJA!



Celebre, com alegria, num banquete com a família e os amigos até que a última vela da árvore se apague.



5) Qual a verdadeira data do Natal?



Todos devemos lembrar que Jesus nunca comemorou um natal com seus discípulos. Os apóstolos jamais ensinaram acerca do Natal. A noite natalina é exclusivamente idólatra, dentro de um culto pagão e promiscuo espiritualmente. Praticá-lo é pecar contra Deus e buscar sua ira, pois: “Pois quanto vos desviardes do Senhor, O SENHOR não será convosco. O SENHOR está convosco enquanto vós estais com ele, e, se o buscardes o achareis; porém, se o deixardes, vos deixará!” (Numero 14:43; II Crônicas 15:2).



O espaço que possuímos nestas anotações é pôr demais exíguo para melhores investigações, todavia algumas perguntas não podem ser esquecidas: Quando Jesus nasceu?



Bem possuímos são notórios alguns fundamentos científicos sobre este tema, tais como:



· César Augusto decretou o primeiro recenseamento, sendo Cirénio[18] presidente desta região[19] (Lucas. 2:1,2). Provavelmente 4 a.C.

· Maria e o seu marido José, subiram a Belém para se recensearem. Jesus nasce em Belém, conforme a profecia[20].

· Não é possível que data fosse em Dezembro, pois haviam pastores no campo, e isto é impossível depois das fortes chuvas de outubro, e os rebanhos não podem sair com a baixa temperatura, sobretudo a noite.

· Recenseamos não se realizam no inverno, pois demandam uma enorme peregrinação e os caminhos seriam muito mais longos e difíceis.

· De acordo com Lucas 1:5, havia um sacerdote , tempo de Herodes, que era membro da ordem de Abias, cujo nome era Zacarias. A ordem de sacerdotes de Abias era a oitava a servir no templo (I Cron 24:10), servindo oito semanas depois da conclusão da páscoa. Essa ordem aconteceu no mês de JUNHO/JULHO. Seis meses depois (Lucas 1:26) deste ocorrido, o anjo Gabriel aparece à Maria, prima de Isabel. Logo, Jesus foi gerado no mês de Dezembro ou Janeiro no ventre de Maria. Sendo assim, seu nascimento somente é possível entre AGOSTO, SETEMBRO, ou quando muito, inicio de OUTUBRO.

· Herodes, foi nomeado rei da Judeia pelo ditador romano em 40 AC. Eram os últimos movimentos da república romana. Antes do império iniciar-se em 27 AC. Rei reinado terminou com a morte no ano 4 AC. Logo, Jesus necessariamente deveria Ter nascido pôr volta do ano 6 ou fim do 7 AC, pois há haviam dois anos que passou seu nascimento, quando Herodes ordena o infanticídio.



Logo, observa-se que Nosso Senhor Jesus Cristo jamais nasceu em Dezembro. Essa data é uma construção satanista que visa confundir os cristãos e fortalecer seus laços com a idolatria e a corrupção. A melhor coisa a fazer é vigiar e repudiar. Quando Efésios 5:11 nos diz: “Não vos comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, antes condenai-as!” esta querendo nos firmar em I Pedro 5:8, dia após dia: “Sede sóbrios, E VIGIAI, porque Satanás, vosso adversário anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar!”.



6) Quem eram os “magos”?



Um fundamento que não pode ser esquecido é que jamais os “magos” ou “videntes”[21] foram até Jesus para “comemorar” seu aniversário. Eles foram honrá-lo como messias que havia de vir (Mt 2:4).Não sabemos quantos eram. A Palavra não relata. A tradição da religião Católica afirma que visitaram Jesus três reis. Mas essa tradição parece não corresponder à realidade. A passagem bíblica de S. Mateus 2:1-12 só nos diz que eram magos do Oriente. Portanto, poderiam ser qualquer tipo de autoridade política de qualquer parte do oriente. Podiam ser reis, governadores, ou magistrados e conselheiros. Representavam os povos gentios diante da chegada do único e suficiente salvador.



Uma das mentiras que passou de forma sólida para a imaginação das pessoas é que os representantes de autoridades do oriente encontram Jesus na manjedoura. Quem encontrou o menino na manjedoura foram os pastores que trabalhavam ao redor do local onde o Messias nasceu, mas os “magos” vieram até a casa de Maria (Mt 2:11). Seus presentes eram um reconhecimento da soberania do Messias, eles não trocaram presentes com ninguém naquela casa. Não houve presentes para Maria, para José, ou entre os sacerdotes. Apenas honraram a Jesus. Quanta diferença da ciranda mercantil que hoje se faz com o nome de nosso Senhor!



Se demoraram cerca de dois anos para que Herodes (Mat 2:16) percebesse a recusa dos emissários em voltar a sua presença, é perfeitamente admissível que um tempo médio de 15 a 18 meses fosse o tempo normal para ida e vinda da região Oriental até Belém.



7) Qual o significado do Natal?



Em primeiro lugar nós cristãos adoramos exclusivamente ao SENHOR Jesus Cristo, e a nenhuma outra divindade, quer esta seja apresentada de forma declarada ou encoberta em festividades ditas cristãs. Sabemos o que significa o aviso de nosso Senhor em Mateus 6:24 : “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.”. Pôr isso não enxergamos alguém sentido espiritual em um festival de mentiras e idolatrias como o natal mercantil do 25 de Dezembro.



Mas e, se, um cristão participar de uma festividade natalina em sua família? Ora, não podemos nos esquecer das oportunidades de testemunho que tal confraternização pode tornar-se. Ali temos uma ótima chance para que juntos de nossos entes queridos venhamos a meditar naquilo que o Deus Altíssimo tem para cada coração. Denunciando a hipocrisia idolátrica e apregoando a Palavra de Deus de forma clara e verdadeira. Amando e servindo aos que estão ao nosso redor, sabendo que “Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar segundo a sua boa vontade!” Fp 2:13.



Jamais devemos nos omitir da chance de festejar em família a comunhão, o carinho, a gratidão, a fé, e isso não está vinculado ao “Natal”. Na verdade todos os dias para nós são dias especiais em que andamos nas pisadas de Jesus. São dias em que estamos preocupados em levar a mensagem de seu nascimento, morte, ressurreição e iminente retorno: ao maior número possível de pessoas. São dias em que estamos dedicando nossas vidas ao amor, à esperança e ao perdão. Cada dia de um cristão é um dia especial para servir ao seu Deus, e ganhar almas para o SENHOR Jesus.



Cada cristão é um homem da Palavra. Se não viver realmente como a Palavra aponta, não pode ser cristão[22]. Engana-se a si mesmo, e trará sobre si repentina destruição (Ver João 12:48). E como cristãos somos chamados para aguardar a vinda de Jesus para este mês, esta semana, este dia, e talvez, este momento. Antes de você terminar de ler estas linhas, talvez estará neste terra pôr mais sete anos ou na glória eterna com aquele que vive e Reina para todo sempre.



O verdadeiro “natal” chama-se novo nascimento. Ali o homem morto no pecado e na sua imundície alcança o amor de Deus e experimenta uma nova vida. Uma vida cheia de poder e graça. Experimenta o amor e o perdão, para que possa ser instrumento desse amor e perdão entre os outros que vivem ao seu redor. Esse é o sentido não do 25 de Dezembro, que é profano, mas da mensagem de Jesus o ressurrecto. Ele não é apenas um homem que nasceu e foi exemplo de uma grande mensagem. Jesus é a única luz, a única salvação. A única chance de transformação e a certeza de uma vida vitoriosa diante do poder de Deus.



“E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos!” (Atos 4:12)



Quem é Jesus? Leia as declarações abaixo, e se alguma delas não se cumprir hoje em sua vida, receba este Jesus como seu salvador e Senhor. Ele quer escrever uma nova história para você:



a)Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará em trevas mas terá a luz da vida – Jo 8:12

b)Eu sou o pão da vida, aquele que vem a mim nunca terá fome... João 6:35

c)Eu sou a porta da salvação, quem entrar pôr mim salvar-se-á.... João 10:9

d)Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao pai senão pôr mim. João 14:6

e)Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crer em mim ainda que esteja morto, viverá! João 11:25



Não importa ao homem dizer que concorda ou discorda de Jesus. A vontade e a soberania de Deus não são reféns dos sentimentos humanos. Deus não é aquilo que você acredita ou concorda. Não é refém de sua fé, ou consciência. Ele é Deus. Um Deus Vivo e Verdadeiro que julga e executa justiça[23]. Um Deus que não abdica de sua santidade, e prova a nossa fidelidade.



E nós quem somos?



“...Quando porém vier o filho do homem, porventura, achará fé na terra!” (Lucas 18:8).

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A FOME NO MUNDO

Por Walace Coelho
Revisado em 23/9/2011

Em 2020, uma a cada quatro criança sera SUBNUTRIDA

Ao falarmos deste tema como um sinal profético da vinda gloriosa de Jesus, se faz necessário examinarmos o que diz as Sagradas Escrituras no Evangelho de Mateus que diz; “Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes...” (Mt. 24:7).

Em 2020, uma a cada quatro criança sera SUBNUTRIDA

Ao falarmos deste tema como um sinal profético da vinda gloriosa de Jesus, se faz necessário examinarmos o que diz as Sagradas Escrituras no Evangelho de Mateus que diz; “Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes...” (Mt. 24:7). A narrativa do Senhor Jesus acerca desses acontecimentos está relacionada com um tempo chamado “princípio das dores”, onde para o cumprimento das profecias toda a humanidade que terá de enfrentar situações terríveis e insuportáveis, como um prenúncio de sua vinda.

Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU) para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), hoje um bilhão de pessoas passam fome no mundo, ou seja, uma em cada seis pessoas dorme sem ter o que comer. Estudos ainda constatam que a cada três segundos morre uma pessoa de fome no planeta e isso se torna ainda mais chocante quando tomamos conhecimento que na maioria são mulheres e crianças. O relatório ainda aponta que a fome e desnutrição levam à morte todos os anos mais de 5 milhões de crianças, a maioria nos países em desenvolvimento.

O continente mais atingido pela fome é o Africano com mais de trinta países em situações de extrema miséria e pobreza. Nas Américas também encontramos índices alarmantes, como no Brasil onde vivem 16,27 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza, o que representa 8,5% da população. A identificação de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza foi feita pelo Instituto de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo esses mesmos órgãos a tendência é um aumento considerável desses índices nos próximos anos, levando muitas nações ao êxodo em busca de alimento, outras dizimadas e até a existência de conflitos e guerras. Os motivos que levam a estas tristes constatações estão ligados a falta de distribuição igualitária de riquezas dos países, autos índices inflacionários que elevam os preços dos alimentos e o uso indiscriminado das terras para o enriquecimento ilícito de uma minoria gananciosa e oportunista sobre o baixo nível cultural das populações dos países em desenvolvimento, onde constatamos mais uma profecia do Senhor cumprida em nossos dias quando fala do homem que pensa somente em si mesmo, sem se importar com o próximo; “Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos...” (2 Tm 3:2).

Quando o homem age assim, ele descumpre o segundo grande mandamento deixado por Jesus que disse; “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Mt. 22:39).

Os números da fome no mundo trazem constatações chocantes, mas sem eles não seria possível o cumprimento de mais uma profecia relacionada com a volta de Jesus. “Passará o céu e a terra, mas as minhas não passarão.” (Mc. 13:31)



MARANATA, ORA VEM SENHOR JESUS!



segunda-feira, 3 de outubro de 2011

PESTES, AS EPIDEMIAS PELO MUNDO.

Por Walace Coelho


PACIENTE PORTADOR DO VÍRUS HIV - AIDS
PACIENTE PORTADOR DO VÍRUS HIV - AIDS


A humanidade cresceu e se desenvolveu ao longo dos séculos e com esse crescimento e alargamento de fronteiras as doenças passaram a se proliferarem com mais facilidade tornando povos e nações vulneráveis e debilitadas. “Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes e pestes...” (Mt. 24:7)

No cumprimento dessa profecia, temos a constatação de um mau altamente destrutivo para humanidade que são as pestes (doenças, epidemias, pandemias). Quando falamos em doenças, pensamos sempre naquelas que normalmente conhecemos e que facilmente podem ser curadas através de medicamentos ou tratamentos medicinais. Mas a peste que o Senhor se refere na sua palavra como um sinal profético, trata-se de novas doenças que repentinamente surgem e que até o descobrimento de sua origem e posteriormente tratamento e combate para a cura, levam dezenas, centenas e milhares de pessoas a morte.

Ao falarmos de epidemia e pandemia se faz necessário um esclarecimento sobre suas diferenças; Epidemia trata-se de um vírus ou doença que atinge um grupo de pessoas de uma mesma localidade (país, região ou cidade) e ali pode ser controlado, um bom exemplo pode ser o caso da DENGUE no Estado do Rio de Janeiro em 2010 quando milhares de pessoas foram infectadas através do mosquito Aedes aegypti que é um agente transmissor da doença. Já a pandemia tem um poder mais destrutivo de massas, pois se trata de um vírus ou doença que se torna incontrolável, atravessando fronteiras e infectando multidões, tornando-se então uma peste.


Desde o século XIII até hoje temos visto algumas pestes que dizimaram milhões de pessoas em todo o mundo. Uma das mais devastadoras foi à chamada Peste Negra ou Bubônica (yersinia pestis) que entre os anos de 1300 a 1348 dizimou mais de 75 milhões de pessoas nos continentes Asiático e Europeu. Os relatos históricos dão conta de que em alguns casos até 50% da população de uma cidade era dizimada. A proliferação da doença se dava por meio das pulgas dos roedores como os ratos-pretos e por isso o nome, “peste negra”.

Outra Peste que ganhou notoriedade como sendo destrutível e incontrolável foi a Cólera (vibrio cholerae) que já no inicio do século XVIII por volta do ano de 1816 devastou o subcontinente da Índia, tendo chegado à China por volta de 1820. Mais tarde em 1829 um novo foco da doença teve seu inicio em Londres na Europa e logo chega até a América do Norte mais precisamente em Nova Iorque. Nos anos seguintes o vírus foi se alastrando pelo mundo, passando pela Alemanha, França, Indonésia, Rússia e Arábia. Até o final do século XIX o vírus da cólera matou mais de 40 milhões em todo o mundo, e ainda hoje esse vírus continua mortífero em países onde o sistema de saneamento básico é precário, um triste exemplo é o país do Haiti onde até abril de 2011 mais de 900 pessoas morreram por causa da cólera.

Segundo os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), hoje o mundo enfrenta graves focos de epidemias com situações sem precedentes, só nas últimas décadas já foram detectadas mais de cinco tipos altamente devastadoras, entre elas, o Vírus HIV (AIDS) com mais de 25 milhões de mortes em todo o mundo (só no Brasil atualmente existem mais de 600 000 pessoas infectadas). A AIDS teve seu surgimento a pouco mais de vinte cinco anos atrás no continente africano e logo se espalhou pelo mundo, e o que facilitou muito sua proliferação foi à forma de contágio que se dá por meio da corrente sanguínea e por isso o ato sexual é uma porta de entrada do vírus. A principal via de transmissão do HIV é através das mucosas dos órgãos sexuais. Toda relação sexual causa micro traumas nestas mucosas, muitas vezes invisíveis ao olho nu, facilitando a contaminação pelo vírus que está presente nas secreções genitais.

Segundo estatísticas da Organização das Nações Unidas (ONU), 67% dos infectados estão em países Sul Africanos onde os índices de pobreza e miséria são bem acentuados e por isso a desinformação e prevenção são precárias.

A promiscuidade com que as pessoas se relacionam intimamente é algo incontrolável, o que tem levado centenas de milhares de pessoas em todo o mundo a condição de portadores do vírus HIV. São relacionamentos com pessoas do mesmo, relação entre pessoas que mal se conhecem e casos extraconjugais que gera filhos doentes; hoje existem mais de 2 milhões de crianças infectadas que já nascem com o vírus, frutos desses relacionamentos promíscuos e sem preservação. “cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro” (Rm 1:27)

Diante de toda essa calamidade mundial é comum ouvirmos as pessoas se queixarem em todas as partes do mundo de sua própria sorte, mas a Palavra de Deus é clara quando diz que o homem não deve se queixar da vida sem antes reconhecer seu pecado; “De que se queixa pois o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados” (Lm 3:39)



MARANATA, ORA VEM SENHOR JESUS!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Uma palavra de esperança para o seu coração.

amor_de_deusA sua alma é imortal. Ela jamais morrerá. Mas ao separar-se de seu corpo, dois destinos haverá para ela: o CÉU (a eternidade com Deus– a felicidade eterna) ou a eternidade sem Deus (o sofrimento eterno).
E há apenas uma pessoa neste mundo capaz de escolher o lugar para onde você irá viver eternamente.




Você dirá que essa pessoa é Deus, mas Deus diz em Sua Palavra, a Bíblia Sagrada, que esta pessoa é você.

Só você pode escolher ou determinar o destino eterno da sua alma.

Você poderá, se quiser, escolher agora o céu, mas se achar que pode deixar o assunto para outra hora, já terá escolhido a eternidade sem Deus.

Se você morrer agora, irá para lá, para todo o sempre. Não morrendo agora, estará andando para a eternidade sem Deus.

Certamente você quer o Céu.

E para que você tenha certeza de que vai desfrutar do Céu, o que deve fazer é:


 * Reconhecer-se pecador. Deus diz: “Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. (Rom 3:23)




* Reconhecer que você não pode entrar no Céu por seus esforços próprios. (Ef 2:8 e 9)




* Crer que somente Jesus Cristo pode levar você ao Céu. Jesus diz em João 14:6 “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim”. Jesus não disse um dos caminhos, mas O caminho.

 * Aceitar Jesus Cristo como seu único Salvador. “Crê no Senhor Jesus e serás salvo”. (Atos 16:31)
Mas dirão alguns: Sou jovem e deixarei isto para depois. Gostaríamos de dizer duas coisas:

 * Não precisa ser velho para estar próximo da eternidade.

 * As profecias da Bíblia dizem que Jesus voltará novamente; e estas profecias se cumprem nos nossos dias. Como estará a sua vida naquele dia? Pense nisto. Pois o único meio de alcançar esta benção é Jesus. “Eis que venho sem demora” (Ap 22:7)

Mas se você não quer escolher o Céu, saiba que está caminhando para a eternidade sem Deus, debaixo da ira de Deus.

“…porém o que não crê no filho (Jesus) a ira de Deus sobre ele permanece”. (João 3:36b)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A VOLTA DO SENHOR JESUS



Aguarde com fé e vigilante


TEXTOS: Jo 14:1,2,3/17:24 e At 1:9 a 11
INTRODUÇÃO

Estamos vivendo os momentos finais da igreja sobre a terra e o Senhor nos quer atentos, vigilantes, para este grande momento: “A volta do Senhor Jesus”. Devemos amar a Sua vinda, esperando com fé e mantendo-nos vigilantes, pois o dia e a hora não se sabe, nem os anjos, e nem o próprio Senhor Jesus , mas somente o Pai (Mt 24:36).
No primeiro texto lido (Jo 14:1,2,3), o próprio Senhor Jesus fala que ele mesmo iria nos preparar moradas celestiais, desejando a nossa presença ao seu lado. No cap. 17:24 de João, Jesus mostra o quanto nos ama e pede ao Pai que onde ele estiver nós estejamos com Ele para que vejamos a Sua Glória. Hebreus 13:14 diz que neste mundo não temos cidade permanente, mas buscamos a futura que Jesus foi preparar, nos Céus.

Já o texto em Atos 1:9 a 11 mostra a promessa da volta do Senhor e a certeza que temos, declarada pelos anjos, quando afirmam para os seus discípulos: “… Esse Jesus que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir”.

Na carta aos Efésios 2:19, Paulo diz aos irmãos que agora não somos mais estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos e da família de Deus; nossa identidade é celestial, não temos identidade com este mundo.

O ARREBATAMENTO




Paulo, escrevendo a primeira carta aos Coríntios no cap. 15 versos 50 a 54, fala como se dará este acontecimento para a igreja: o arrebatamento. Ele frisa que a carne e o sangue não herdarão o Reino de Deus. Portanto, o que é corruptível e mortal será transformado em incorruptível e imortal. Então, transformados, num abrir e fechar de olhos nos encontraremos com o Senhor, pois só assim o poderemos contemplar; moraremos com Ele no céu, onde Ele está preparando moradas para todos que crerem no sacrifício do Senhor Jesus.

Paulo descreve assim o arrebatamento: Primeiro os mortos em Cristo ressuscitarão, depois nós, os que estivermos vivos, sermos transformados. Será glorioso. Quando o mundo perceber o fato, a igreja já estará com o Senhor no céu, nas bodas do Cordeiro.


CONCLUSÃO

Poderíamos, então, nos perguntar: qual é o propósito da segunda vinda do Senhor Jesus?

Muitos não crêem na sua segunda vinda, acham que Jesus já fez tudo o que tinha que fazer, ensinando o evangelho de salvação, mostrando o caminho ao Pai, porém não é isso o que a Bíblia nos ensina: Jesus vai voltar uma segunda vez, só que de maneira diferente da sua primeira vinda.

O mundo não o verá, somente a igreja transformada (mortos e vivos). Depois de 7 anos da sua segunda vinda, Jesus virá outra vez a este mundo junto com os santos para reinar em Jerusalém por mil anos e nesta vinda todo olho o verá.

Mas respondendo à pergunta feita: Qual o propósito da segunda vinda do Senhor Jesus?

São vários os propósitos, primeiro, completar a salvação dos santos (Hb 9:28/ I Pe 1:15);

Segundo, para que Jesus seja glorificado na vida dos seus servos e se fazer admirável em todos os que crêem (II Tes. 1:10);

Terceiro, para trazer à luz as coisas ocultas das trevas e manifestar os desígnios dos corações, e então cada um receberá de Deus o louvor (I Co 4:5);

Em quarto lugar, a segunda vinda do Senhor Jesus dará início a vários acontecimentos que culminarão no julgamento dos vivos e dos mortos (II Tm 4:1/ Ap 20:11-13 / Jd 1:15).

Porque foi dado ao Senhor Jesus o poder de julgar (Jo 5:22), então Ele reinará para todo o sempre (Ap11:15) e destruirá todos os seus inimigos, sendo a morte o último inimigo a ser destruído (I Co.15:25 e 26).

Sabendo de todos estes propósitos para a segunda vinda do Senhor Jesus, as promessas relatadas na palavra de Deus são: primeiro as promessas feitas aos profetas Daniel (7:13 e 14), Isaias (62:11 e 12) , Apocalipse (22:12).

Depois temos as promessas feitas pelo próprio Senhor Jesus. (Mt 24:44/Jo 14:3).

Promessas de sua segunda vinda também ditas pelos apóstolos em At 3:20/ I Tm 6:14/ Hb 9:27 / II Pe 3:10) e promessas transmitidas pelos anjos, já relatadas inicialmente.

Nós, seus servos, devemos todos os dias aguardar a volta do Senhor Jesus, e estarmos preparados para não sermos pegos de surpresa. Devemos amar a sua vinda, como Paulo fala em II Tm 4:8, que devemos aguardar a coroa da justiça que Deus preparou para cada um de nós e entrar no descanso eterno ao lado do nosso Senhor.

Não podemos deixar que as lutas desta vida nos desviem deste objetivo, de estar com o Senhor. Devemos então, vigiar todos os dias, e desejar ardentemente a Sua volta. ORA VEM, SENHOR JESUS!

O TOQUE DAS TROMBETAS.



As trombetas já estão sendo tocadas, e as profecias se cumprem

INTRODUÇÃO




Nesta mensagem, enfatizaremos o cumprimento das profecias descritas no livro de Apocalipse ou “Livro das Revelações”, com relação ao toque das três primeiras trombetas; bem como a expectativa dos servos fiéis, em vigilância constante, de ver se cumprir a profecia sobre o toque da quarta trombeta, lembrando que o toque das trombetas são sinais profetizados na palavra.

A PRIMEIRA TROMBETA

“E o primeiro anjo tocou a trombeta, e houve saraiva e fogo misturado com sangue, e foram lançados na terra, que foi queimada na sua terça parte; queimou-se a terça parte das árvores, e toda erva verde foi queimada.” (Ap 8:7).

Segundo dados de especialistas, apresentados em reunião da ONU (Organização das Nações Unidas), e por outros dados publicados, constantemente, em jornais e revistas, e divulgados em outros meios de comunicação, 40% da vegetação da terra, da cobertura verde, desapareceu nos últimos anos.
Sabemos, com certeza, que esta primeira trombeta já tocou.

A SEGUNDA TROMBETA

“E morreu a terça parte das criaturas que tinham vida no mar…” (Ap 8:9)
Em 17.09.1970, no jornal “O GLOBO”, estavam estampadas as manchetes da viagem do cientista Jacques Cousteau, que acabara de chegar de uma pesquisa da vida submarina, tendo percorrido 2.500 km, a bordo de seu navio oceanográfico, durante três anos. As manchetes diziam: “O mar está moribundo”, “Quarenta por cento dos seres vivos no mar desapareceu nos últimos 50 anos”, “Mais de mil espécies já foram extintas.”

Podemos afirmar, com certeza, que a segunda trombeta já tocou.

A TERCEIRA TROMBETA

“… e a terça parte das águas tornou-se em absinto, e muitos homens morreram das águas, porque se tornaram amargas.” (Ap 8:11).

Dois terços da superfície do planeta são cobertos por água. Mas, apesar disso, a água boa para consumo humano está cada vez mais escassa. Nos países em desenvolvimento, diz a ONU, até 90% do esgoto é lançado nas águas, sem tratamento. Milhões de toneladas de metais pesados, solventes, produtos tóxicos, são lançados, todos os dias, em ribeiros, nascentes, rios, riachos, além de dejetos vindos dos esgotos urbanos, sendo que 80% das doenças nos países pobres estão relacionadas com a água de baixa qualidade, que, no caso dos rios, contaminam também os oceanos. Sabemos que a falta de água irá piorar.

Afirmamos, sem dúvida, que a terceira trombeta já tocou.

A QUARTA TROMBETA – A ÚLTIMA PARA A IGREA FIEL

Hoje, sabemos que as três primeiras trombetas foram tocadas, porque os sinais foram visíveis e confirmados cientificamente, restando, agora, o toque da quarta trombeta.

E o quarto anjo tocou a trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, e a terça parte da lua, e a terça parte das estrelas, para que a terça parte deles se escurecesse, e a terça parte do dia não brilhasse, e semelhantemente a noite.” (Ap 8:12).

Os discípulos perguntaram a Jesus quando seriam estas coisas e que sinais haveria da sua vinda. Jesus responde: “E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências do céu serão abaladas.” (Mt 24:29).

Literalmente, isto não aconteceu, e, por certo, acontecerá num momento especial, porque não se sabe o dia nem a hora desses acontecimentos, sendo que o preparo da parte do Senhor já está sendo providenciado através do derramamento do Espírito Santo.


CONCLUSÃO

Além dos problemas ecológicos, há outros problemas vivenciados pelo mundo, profetizados na Palavra de Deus, os quais temos visto, com os nossos olhos, se cumprirem. Resta-nos estar em constante vigilância e oração, usando os meios de graça dados a nós pelo Senhor, para vencermos as grandes batalhas e aflições pelas quais passamos.

Para isso, precisamos buscar profundamente ao Senhor, na comunhão, na obediência e na santificação das nossas vidas, evitando, assim, a surpresa, o medo, o terror – sentimentos que tomarão conta dos desapercebidos, dos desavisados.

Mas, louvado seja o nome do Senhor, porque temos sido alertados, avisados de que “num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta, porque a trombeta soará …” o Senhor Jesus virá nos buscar, para vivermos eternamente com Ele, no dia do arrebatamento da igreja fiel. (I Co 15:52).

Que nós, servas do Senhor, possamos, com alegria e diligência, ensinarmos aos nossos filhos a não somente amarem ao Senhor Jesus, mas “amarem a Sua vinda”, que breve se aproxima. (II Tm 4:8).
Maranata! Ora vem, Senhor Jesus!
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